Lucas Sanches veta uso de débito e crédito no ônibus, mas estudo da STMU prevê retomada do projeto

Fontes do governo confirmam que o Executivo prepara nova versão do projeto para 2026
O prefeito Lucas Sanches (PL) vetou o projeto de lei que autorizava o pagamento das tarifas de ônibus municipais por meio de cartões de crédito e débito. O veto foi publicado no Diário Oficial da última quarta-feira, 4.
Na mensagem encaminhada à Câmara Municipal, a prefeitura justificou a decisão afirmando que a proposta “acarretaria custos ao operador do sistema, não previstos nos contratos vigentes”. Foto: Reprodução/PMG

O prefeito Lucas Sanches (PL) vetou o projeto de lei que autorizava o pagamento das tarifas de ônibus municipais por meio de cartões de crédito e débito. O veto foi publicado no Diário Oficial da última quarta-feira, 4.

Na mensagem encaminhada à Câmara Municipal, a prefeitura justificou a decisão afirmando que a proposta “acarretaria custos ao operador do sistema, não previstos nos contratos vigentes”. Segundo o texto, a cobrança de taxas das bandeiras de cartões — que variam de 1% a 3% por transação — representaria um impacto financeiro para as concessionárias responsáveis pelo transporte público.

Apesar do veto, o vereador Leandro Dourado, um dos autores da propositura, afirmou que pretende dialogar com Sanches para encontrar uma solução conjunta. “O veto veio de forma técnica. Vou conversar com o prefeito, talvez o projeto venha diretamente do Executivo”, declarou o parlamentar ao Radar de Notícias.

Fontes ligadas ao governo municipal informaram à reportagem que a Secretaria de Trânsito e Mobilidade Urbana (STMU) já concluiu um estudo técnico sobre a viabilidade do sistema de pagamento proposto. O levantamento indica que as empresas concessionárias precisarão adequar os contratos e os equipamentos de bilhetagem para que a mudança seja possível.

De acordo com as fontes ouvidas, a previsão é que o pagamento das passagens com cartão seja implementado já em 2026. A proposta deverá ser reenviada à Câmara pelo Executivo, possivelmente com a coautoria dos parlamentares que assinaram a primeira versão: Danilo Gomes (Republicanos), Rafael Acosta (PSB), Janete Pietá (REDE) e Leandro Dourado (PMB). Mesmo com a possibilidade de reformulação, a Câmara dos Vereadores deve votar pela permanência ou derrubada do veto.

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